O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta terça-feira (20/1) que o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, foi convidado a integrar o ‘Conselho da Paz’ criado por sua administração. A entidade tem como objetivo atuar na Faixa de Gaza e, segundo Trump, Lula terá um “grande papel” a desempenhar.
“Eu gosto dele”, declarou Trump durante coletiva na Casa Branca, demonstrando apreço pela figura do líder brasileiro. A confirmação surge em meio a crescentes preocupações sobre o novo órgão internacional, que se propõe a ser um “novo órgão internacional de transição” para a região.
A iniciativa, inicialmente apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como parte de um plano de paz capitaneado pelo presidente americano, tem gerado debates à medida que mais detalhes vêm à tona. Acompanhe os desdobramentos desta notícia.
Donald Trump confirmou que Luiz Inácio Lula da Silva foi convidado para o ‘Conselho da Paz’. O presidente americano expressou sua admiração por Lula, afirmando “Eu gosto dele”, e destacou que o líder brasileiro teria um “grande papel” na entidade. A participação de Lula ainda não foi confirmada oficialmente pelo Brasil.
O ‘Conselho da Paz’ já conta com outros convites a lideranças internacionais. Entre eles, destacam-se Tony Blair, ex-primeiro-ministro britânico, e Javier Milei, presidente da Argentina, que já confirmou sua participação. Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, também foi convidado. Uma autoridade americana, em declaração à CBS News, informou que a participação não é obrigatória, mas membros permanentes teriam que investir US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 5,4 bilhões).
Segundo autoridades americanas, o montante de US$ 1 bilhão seria destinado ao financiamento da reconstrução de Gaza. Uma cópia da carta de convite e do rascunho do estatuto, obtida pela agência Reuters, revela que o conselho será presidido por Donald Trump de forma vitalícia, mesmo que ele deixe a Presidência dos EUA. Há planos para que a entidade seja ampliada futuramente para abordar outros conflitos globais.
Durante a coletiva de imprensa, Trump foi questionado sobre a possibilidade do ‘Conselho de Paz’ substituir a ONU. O presidente americano afirmou que a iniciativa “tem potencial” para isso no futuro, criticando a organização internacional por “não ter sido muito útil” em diversas situações de conflito. “A ONU deveria ter resolvido cada uma das guerras que eu resolvi”, declarou Trump, reforçando sua visão sobre a necessidade de novas abordagens para a paz mundial.